segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dreams - Part. 80

Postado por @slaysdrauhl às 21:09 35 comentários
Fiquei olhando-o enquanto ele sorria na espectativa da minha resposta, eu estava pensando, não queria brigar com o Justin, mas também não poderia dizer não para o Den, eu nunca fui de dizer não nesse tipo de situação. Respirei fundo enquanto ainda pensava, em minha mente ficava rondando um monte de coisas, positivas e negativas.
Den: (SeuNome)? – chamou ele me tirando dos meus devaneios.
            Eu não sabia o que dizer, eu estava confusa, divida entre dois lados. O que eu pudia fazer!?


Respirei fundo antes de se quer pensar em responder, fitei seus olhos e eles pareciam confusos.
Eu: Te ajudo – murmurei e vi um sorriso satisfeito se formar em seu rosto, agora já estava feito.
Den: Então tudo bem, você vê os melhores dias e nós estudamos – disse ele sorrindo.
Eu: Okay – falei forçando um sorriso.
            Me despedi dele e fui para casa, entrando e me jogando no sofá ao lado da minha mãe.
Mãe: Aconteceu alguma coisa? – perguntou ela me olhando assustada.
Eu: O Den me pediu ajuda pra estudar pra uma prova aí e eu não consegui dizer não – falei e depois respirei fundo.
Mãe: Vai ter problemas com o Justin, não é? – perguntou ela sorrindo.
Eu: Com certeza – murmurei e depois bufei.
            Ficamos assistindo durante um tempo e depois eu subi para dormir, me despedi da minha mãe – amanhã teria aula. Coloquei meu pijama e depois fiquei deitada mexendo no meu note, ouvi meu celular tocar – uma nova mensagem – procurei por ele pela cama e achei-o, uma mensagem do Justin.

Eu te amo bebê!
Boa noite.

            Sorri boba ao terminar de ler aquela mensagem perfeita, ah meu namorado era tão perfeito. Não demorei muito para responder sua mensagem.

Também te amo Jay, boa noite meu amor!

            Desliguei o computador e apaguei a luz do meu abajur logo em seguida me deitando e fitando o teto enquanto esperava o sono chegar.

(...)

            Acordei com meu despertador fazendo um barulho imenso em meu ouvido.
Eu: Coisa chata – murmurei batendo nele e jogando-o o no chão, o barulho fez-me acordar de vez.
            Respirei fundo e depois fui até o banheiro e tomei um banho, saí e me arrumei vestindo o uniforme da escola. Ficariamos sem treino das líderes durante um tempo e acho que suspenderam os treinos do time de basquete também, o que significava mais tempo para passar com o meu bebê. Estava a caminho da escola com a minha mãe quando vi o Deny e me lembrei que teria que ajudá-lo a estudar durante essa semana, então isso significaria que não passaria tanto tempo com o Jay assim.
Mãe: Tudo bem? – perguntou ela tirando-me dos meus devaneios.
Eu: Acho que sim – murmurei confusa.
            Me despedi dela e desci do carro, respirei fundo antes de entrar ali – eu odiava aquele lugar, a maneira como aquelas pessoas me olhavam – a única coisa boa eram meus amigos e meu namorado e alguns professores também. Fiquei parada durante um tempo e logo o sinal bateu e todos foram entrando, entrei e enquanto ia até meu armário por aquele corredor cheio sentia alguns olhares sobre mim. Eu nunca me acustumaria com aquilo. Abri meu armário pegando meus livros e quando o fechei olhei na esperança de ver o Justin, mas nada dele. Fui até a sala e logo a Ashy encostou do meu lado e começamos a falar sobre as matérias da prova, depois de um tempo ela me falou sobre um garoto que ela estava ficando. A Ashley era um ótima pessoa, eu adorava conversar com ela, ela me ouvia e não me julgava. Me dava conselhos que me ajudavam demais, era a minha melhor amiga, ela e a Jullie eram as únicas.

(...)

O Justin não havia ido para a escola, eu estava voltando para casa a pé enquanto conversava com a Jullie. Ela me falava sobre seus problemas com o Adam e sua suspeita de gravidez, eu estava e não estava ouvindo-a ao mesmo tempo, estava imersa em meus pensamentos – por que o Justin não havia ido à escola hoje?
Assim que chegamos perto da minha casa ficamos conversando durante mais algum tempo e eu dei uns conselhos para a Jullie, disse para ela pegar leve com o Adam já que ele é um bobão ainda, não exigir tanto dele e procurar um médico – ou fazer exame de farmacia mesmo – para saber se ela estava ou não gravida. Após um tempo entrei em casa e minha mãe estava na cozinha almoçando, subi para tomar um banho e depois quando desci ela não estava mais lá. Fiquei assistindo tv e depois de um tempo decidi ligar pro Den pra ver se ele queria começar a estudar hoje, eu não ficaria em casa de bobeira a tarde toda e o Justin nem as ligações estava atendendo. Fiquei ajudando o Denyel e realmente não entendi porque ele havia me pedido ajuda, ele era bem esperto, quando eu esquecia alguma coisa ele me lembrava. Ele precisou da minha ajuda mesmo nas regras, as regras eu conseguia decorar e eu apenas precisava fazê-lo decorá-las também. Ficamos estudando a tarde toda e ele ficava fazendo palhaçada o tempo todo, ouvi a campainha tocar e fui atender deixando-o resolvendo uma equação. Quando abri a porta me surpreendi e fiquei assustada ao mesmo tempo, era o Justin.
Justin: Oi bebê – falou ele me beijando.
Eu: Oi Jus-Justin – gaguejei e ele me olhou confuso – Entra aí, eu to ajudando o Denyel a estudar.
            Quando toquei no nome do Den vi a sua sobrencelha arquear de raiva e ele apertou o punho esquerdo, respirei fundo, tentei falar alguma coisa, mas acabei não dizendo nada.
Justin: Então, eu volto outra hora – falou ele virando as costas para mim e indo em direção ao seu carro.
            Olhei para o Den e ele ainda estava fazendo a conta, saí sem que ele percebesse e corri até o Justin que andava furioso batendo os pés.
Eu: Justin – chamei e ele se quer olhou para trás.
Justin: Pode voltar e ajudá-lo – falou ele destravando as portas do carro.
Eu: Tentei falar com você, eu ia te contar que iria ajudá-lo a estudar para as provas – falei segurando seu braço e virando-o para mim, ele se quer olhou em meus olhos – Mas você não atendia ao celular e muito menos retornava.
Justin: Depois de tudo e você ainda quer ajudar esse babaca? – perguntou ele furioso.
Eu: Ele é meu amigo, queria que eu dissesse o que!? – falei me alterando – Ah desculpa, não posso te ajudar porque meu namorado é um ciumento incontrolavel.
            Ele me olhou durante um tempo e depois desviou seus olhos novamente, não disse nada, apenas foi andando até seu carro e entrou. Fiquei olhando durante um tempo e decidi que não iria segurá-lo ali se ele não queria ficar, comecei a andar até minha casa e eu pudia sentir seu olhar sobre mim. Entrei e fechei a porta, depois respirei fundo, se ele quisesse que viesse falar comigo. Eu não iria ficar passando a mão na cabeça dele toda vez que ele desse essa crise maluca de cíumes, voltei até onde o Den estava com um sorriso que não era meu, forçando o máximo que pudia.
Den: Quem era? – perguntou ele quando estavamos lanchando.
Eu: O Justin – respondi e o silencio tomou conta.
Den: Vocês brigaram? – perguntou ele enquanto brincava com seu sanduíche.
Eu: Não se preocupe – murmurei e ele respirou fundo.
Den: Eu devia ter pedido ajuda pra outra pessoa, eu sempre causo briga entre você e o Justin, mas não é porque eu queira – murmurou com o olhar baixo – Somos amigos a tanto tempo, eu apenas sinto falta de passar um tempo com você, conversando, fazendo você sorri.
            Senti uma pontade em meu coração, de uma certa forma parecia que meu namoro com o Justin estava me afastando das pessoas, a Ashy uma vez comentou que eu precisava de equilibrio na minha relação com ele, passar um tempo com meus amigos também, mas eu gostava de passar mais tempo com o Jay. Respirei fundo e não disse nada, ele mudou o assunto e ficamos conversando durante algum tempo, minha mãe chegou e se surpreendeu quando viu o Deny comigo.
Mãe: Quanto tempo sem vir aqui em Den e olha que você mora do lado da minha casa – comentou ela e ele sorriu.
Den: Muita coisa pra fazer dona (NomeDaSuaMãe) – disse ele.
            Ficamos conversando e minha mãe convidou o Den para jantar em casa, depois ficamos assistindo filme e mais tarde ele foi embora. Fiquei jogando o joguinho do meu celular na cozinha enquanto minha mãe lavava a louça, eu estava sem ânimo algum, me lembrei que havia brigado com o Justin.
Mãe: Achei uma blusa do Justin no seu guarda-roupas – comentou ela me desconcentrando e acabei perdendo o jogo, parei de jogar – Deixei-a em cima da sua cama, falando nele, por que ele não veio aqui hoje?
Eu: Ele veio, mas aí me viu com o Den e já sabe né, ataque de cíumes na certa – contei e ela entre abriu a boca surpresa – Foi embora todo irritandinho, deixa ele pensar um pouco nas coisas que faz.
Mãe: Por que ele tem tanto cíumes do Denyel? – perguntou ela confusa.
Eu: Não sei – menti.
            Na verdade eu sabia, havia tido aquele incidente em que o Deny me beijou pra provocar o Justin, mas depois daquilo ele nunca mais tentou nada comigo. Fiquei conversando com a minha mãe durante um tempo e ela me contou sobre os problemas que estava tendo, ela disse que havia um nova diretora na empresa onde ela trabalhava e essa mulher precisaria viajar e queria que minha mãe cuidasse da filha dela. Minha mãe não sabia o nome da menina ainda, mas a menina estudava na mesma escola que eu. Eu disse que por mim sem problemas, eu teria que dividir o quarto com a menina, mas sem problema mesmo – acho que seria bom uma companhia. Após um tempo subi pro meu quarto e fiquei mexendo no computador até que o sono começou a me dominar e eu apenas dormi, amanhã teria aula.
(JustinON)

            Acordei atrasado e não tive tempo de ir pra escola,  de tarde tive que ir pro ensaio da festa de debutante da irmã de um amigo meu, fiquei o dia inteiro sem ver a (SeuNome) e quando fui vê-la ela estava acompanhada daquele filho da puta do Denyel. Eu não pudia me descuidar um minuto se quer que ele já caia matando na minha garota, senti meu sangue ferver e não consegui conter minha raiva – acabei brigando com ela. Quando eu entrei no carro tive a esperança de que ela me pediria para não ir, que me beijaria e me faria ficar calmo, mas não foi isso que aconteceu. Fiquei ainda mais irritado quando a vi indo pra casa ficar ajudando aquele babaca e enquanto isso as palavras dela martelavam minha mente: “Ele é meu amigo, queria que eu dissesse o que!? Ah desculpa, não posso te ajudar por que meu namorado é um ciumento incontrolavel.”
            Eu era um ciumento incontrolavel só por não querer minha namorada com aquele idiota que sempre tenta tirá-la de mim de alguma maneira!? Eu a amo, é normal ter ciumes de quem se ama, por que ela sempre escolhia ele!? Por que ela sempre defendia ele!? Respirei fundo e depois iniciei a partida até a minha casa, fiquei lá durante a tarde inteira, assistindo filme e pensando na minha briga com a (SeuNome). Subi pro meu quarto e fiquei mexendo no notebook, vi que a (SeuNome) estava online no twitter e até tentei mencionar ela, mas não consegui ela precisava pensar um pouco em suas atitudes. Depois de um tempo fui ficando com sono e decidi dormir, já que amanhã teria que ir a escola. Eu nem havia dito pra (SeuNome) que seria o principe na festa de debutantes da Camilla, mas ela também não havia me dito que iria ensinar o Denyel. Senti meus olhos pesarem após um tempo, adormeci.

(JustinOFF)
Uma semana depois...



Prontinho amooores \õ/ Desculpa pela demora hein, fiquei sem tempo ;x Espero ter recompensando ;) Boa leitura e até a próxima postagem ! xx 




Sonhadora nova gente ;) ~> Angel Doll <~ Seja-bem vinda! 


Luiane Kristine, te amo muitãoo minha bebêzinha xx (ela sempre me obriga a fazer isso u.u kk) 


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terça-feira, 5 de junho de 2012

Dreams - Part. 79

Postado por @slaysdrauhl às 19:54 35 comentários
Entrei e fui logo pro banheiro tomar outro banho, não demorei muito e quando sai coloquei meu pijama e depois me joguei na cama e não demorou muito para que eu dormisse, eu realmente estava exausta.
(...)
2 dias depois...

            Os dois dias que me restavam com meu pai passou rapido, parecia ser até conspiração do tempo – talvez fosse – e com o tempo e convivência me apeguei mais aos momentos juntos e não queria mesmo que ele fosse embora. Estavamos a caminho do aeroporto, eu minha mãe e ele. Não falavámos absolutamente nada durante o caminho e aquilo me deixou super entediada, o Justin estava no treino, disse que nos acompanharia, mas acabou tendo que ir treinar mesmo. Peguei meu celular e comecei a jogar meu joguindo favorito que eu não jogava há tempos, Tom & Jerry, aquele jogo era completamente viciante e havia vários dele. Fiquei jogando até chegarmos no aeroporto e assim que minha mãe estacionou e descemos senti um aperto forte ao meu coração, olhei para o meu pai e meus olhos apenas imploravam para ele ficar. Respirei fundo e fui ajudá-los a pegar as malas, quando estavamos chegando até a área de embarque senti alguém pegar as malas da minha mão e quando vi quem era um sorriso se formou em meu rosto.
Justin: Achou mesmo que eu não viria me despedir do seu pai!? – murmurou ele sorrindo e depois piscou.
            Eu e ele ficamos sentados conversando enquanto minha mãe e meu pai compravam a passagem, eles ficavam nos olhando o tempo todo e aquilo era desconfortante. Depois de muita demora enfim eles voltaram, respirei fundo.
 - Quando será que irei te ver novamente – pensei enquanto olhava meu pai vindo em nossa direção.   
            Fiquei reparando seu sorriso guardando o máximo de lembrança dele para que quando eu sentisse sua falta, pudesse fechar meus olhos e talvez amenizar a saudade. Quando ele chegou conversamos durante mais um tempo e então chamaram para o vôo,   vôo que o levaria para longe de mim outra vez, que afastaria-o novamente de mim e eu se quer sabia quando veria ele novamente – se eu veria ele novamente – aquilo seria dificil, vê-lo partindo novamente, por que dispidida é tão dificil!? Respirei fundo e depois da minha mãe e o Justin se despedirem dele eu o abracei bem forte, o mais forte possível. Era como se eu nunca fosse soltá-lo – eu não queria soltá-o – fechei meus olhos enterrando minha cabeça em seu peito e sentindo seu cheiro, cheiro de casa, nossa antiga casa tinha o cheiro dele. Quando ele e minha mãe ainda eram casados eu tinha o cheiro dele, ali aconchegada em seu peito me lembrei de quando ele chegava e gritava meu nome da porta, sem ao menos entrar e eu saia correndo de onde quer que eu estivesse e abraçava-o bem forte pulando em seu colo e enchendo-o de carinho. Seu sorriso contagiante, minhas lembraças eram tão reais que era como se eu estivesse vivendo aquilo tudo outra vez, eu podia ouvi-lo gargalhar. Me lembrei de quando pela manhã ele se sentava para tomar seu café enquanto lia seu jornal e sempre ficava resmungando das noticias, eu não entendia porque ele lia aquilo já que sempre o deixava aborrecido. Mesmo não vivendo boa parte da minha vida com ele – por conta da separação deles quando eu ainda era pequena – o pouco tempo que passamos juntos, morando juntos, foi o suficiente para que ele deixasse memórias, saudades que agora só aumentavam com a sua mais nova partida – mais uma vez eu teria de vê-lo partindo.
 Eu: Vou sentir sua falta – sussurrei apertando-o ainda mais.
Pai: Também irei sentir sua falta querida – sussurou ele depositando um beijo em meus cabelos – Pode me visitar nas férias, se quiser.
Eu: Se a mamãe deixar – sussurrei e ele respirou fundo.
            Me afastei dele e olhei seu rosto, guardando cada detalhe dele enquanto ele sorria.
Pai: Você cresceu tão rapido – disse ele sorrido.
Eu: O tempo passou tão rápido – adverti e ele sorrio novamente me fazendo sorrir.
Ficamos conversando durante mais um tempo e depois tive que soltá-lo, tive que deixa-lo ir – ir pra longe de mim novamente. Fiquei olhando enquanto ele ia até o local de embarque, enquanto passava pelo check-in e lá do outro lado a caminho do avião ele virou-se e acenou para nós. Sorri forçado e acenei de volta, senti um nó se formando em minha garganta, prometi que deixaria-o ir, mas não poderia prometer que não iria sofrer com isso.  Depois que ele se foi respirei fundo e fitei além de tudo o que estava ali, pude ver seus olhos gravados em minha memória, sorri sozinha dos meus devaneios e quando me dei por conta já estava dentro do carro sentado ao lado do Justin a caminho de casa. Eu não sabia como havia chegado ali e também nem queria saber, eu ainda permanecia imersa em minhas lembranças.
Justin: Quantos anos você tinha? – perguntou ele tirando-me dos meus devaneios.
Eu: Hã? – murmurei.
Justin: Quantos anos você tinha quando seus pais se separaram? – perguntou ele enquanto continuava focado na direção.
Eu: Cinco – respondi e ele respirou fundo.
Justin: Por que sua mãe não deixava você ver ele? – perguntou ele e parecia-me confuso.
Eu: Durante a briga na justiça pela minha guarda meu pai não teve nenhum direito sobre mim, eu só veria ele se minha mãe quisesse – expliquei e ele mesmo atento no que fazia estava prestando atenção em mim – Ela dizia que ele ia fazer minha cabeça ou algo assim se deixasse eu passar uns tempos com ele, então eu fiquei onze anos sem vê-lo. Por conta do trabalho dele, ele vivia viajando, então não tinha moradia própria. Eu falava com ele por telefone, via-o por foto, depois de onze anos eu só o vi pessoalemente agora – conclui respirando fundo.
Justin: Sei o quanto é dificil – disse ele e logo após respirou fundo.
            Seguimos o resto do caminho em silencio e para passar o tempo eu voltei a jogar meu joguinho favorito, fiquei tão focada que se quer percebi quando haviamos chegado. Abri a porta ainda jogando e quando estava descendo senti o Justin me puxar e se quer notei, mas logo seus lábios estavam nos meus. Sua mão foi até meu rosto e logo sua lingua avida passou sobre meus lábios pedindo passagem e eu apenas concedi – como sempre – seus lábios se movimentavam sobre os meus com uma certa urgencia, pausei minha mão em seu rosto e acariciei-o enquanto já sentia a falta de ar me dominar. Encerramos o beijo com selinhos demorados e depois sorrimos um para o outro, era incrivel, mas ele havia um grande poder sobre mim, talvez, um poder desconhecido até por ele mesmo. Saímos do carro e fomos até minha casa de mãos dadas, vi o Den e me lembrei que ele queria falar algo comigo, mas eu não iria tocar no assunto com o Justin presente. Na porta de sua casa ele sorriu e gesticulou com a mão dizendo que depois falaria comigo, assenti positivamente sem que o Justin percebesse e sorri forçado. Entramos e minha mãe estava na cozinha, provavelmente preparando o jantar. Ficamos sentados no sofá conversando e fingindo assistir um filme enquanto eu estava deitada no colo do Justin e ele ficava brincando com os meus cabelos, de vez enquanto ele me beijava me tirando sorrisos bobos. Após um tempo minha mãe nos chamou para jantarmos, o Justin ficou meio envergonhado no começo, mas logo foi se soltando. Depois do jantar ficamos conversando e foi ficando tarde e ele tinha que ir embora, ele despediu-se da minha mãe e depois eu fui levá-lo até a porta, mas acabei acompanhando-o até o carro. Durante o caminho ele foi cantarolando uma música que eu não conhecia.
Eu: Você que compôs também? – perguntei sorrindo e ele assentiu – Qual é o nome?
Justin: Favorite Girl – respondeu ele balançando nossas mãos e sorrindo.
            Ficamos conversando um pouco perto do carro e depois demos um beijo de despedida e eu fiquei olhando-o enquanto seguia até sua casa, respirei fundo antes de pensar em voltar para casa. Me virei andando até em casa e o Den me chamou, virei-me para ele que veio correndo até mim com um sorriso de ponta a ponta.
Den: (SeuNome) – murmurou ele ofegante e logo em seguida respirou fundo.
Eu: Então Deny...? – falei gesticulando com a mão para ele falar logo o que queria.
Den: Lembra que eu te disse que ia começar a estudar na mesma escola que você? – perguntou ele e eu assenti – Então, eu já comecei e agora tenho que fazer umas provas para ganhar notas ou vou ficar de recuperação e como você é super entendida de matemática... – falou ele e parecia timido.
Eu: Quer ajuda? – perguntei e ele assentiu sorrindo.
Den: Achei que você poderia me ajudar a estudar um pouco – murmurou ele desviando seu olhar do meu, suas bochechas corando, apenas sorri.
            Pensei antes de responder, eu teria que ver com o Justin antes, acho que ele ficaria zangado de saber que eu vou passar alguns tempos a sós com o Deny ou é até capaz dele querer estar presente em todas as vezes que estivermos juntos e isso vai ser um problema, eles dois em um mesmo lugar era guerra na certa. Fiquei olhando-o enquanto ele sorria na espectativa da minha resposta, eu estava pensando, não queria brigar com o Justin, mas também não poderia dizer não para o Deny, eu nunca fui de dizer não nesse tipo de situação. Respirei fundo enquanto ainda pensava, em minha mente ficava rondando um monte de coisas, positivas e negativas.
Den: (SeuNome)? – chamou ele me tirando dos meus devaneios.
            Eu não sabia o que dizer, eu estava confusa, divida entre dois lados. O que eu pudia fazer!? 

Continua...

Eii amores, era pra eu ter postado ontem, mas não deu porque eu tive que fazer um trabalho escolar e acabou nem dando tempo :x Caramba gente como demorou para vir esses 20 comentários hein, to muito bolada com vocês, muito mesmo. Quando eu pedia 15 sempre passava e quase chegava até 20 em três dias ou menos e agora que eu to pedindo 20 demora quase uma semana para isso D: Put's to muito triste mesmo com isso, então a partir de agora vou voltar a ficar nos 15 comentários, mas quero que saibam que não haverá mais postagens grandes, sinto muito mesmo, mas se não há acordo com vocês eu também tenho que apelar :/ Espero que entendam e não fiquem chateadas comigo, vai começar a partir da próxima postagens, vou moderar mais nos capítulos ! 

- Temos duas sonhadoras novas gente \õ/ @Beliebertoday10 e Fc Nosso Lord Bieber SEJAM SUPER BEM-VINDAS SONHADORAS! Espero que vocês fiquem por aqui sempre colorindo o blog e nunca, nunca me abandonem >< xoxo :* 


15 comentários... xoxo ;* 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Dreams - Part. 78

Postado por @slaysdrauhl às 20:28 43 comentários

* Não deixem de ler a nota final. #importante 


Não percebi quando adormeci, eu apenas fui me acalmando até que permanecer imersa sobre sono profundo, no único lugar onde consegui tranquilizar meu coração e meus pensamentos, onde se quer eu conseguia pensar em nada de ruim, apenas aproveitar o momento de descanso.

            Acordei e quando abri meus olhos percebi que o Justin já não estava mais lá, ele havia colocado um travesseiro em seu lugar e eu estava tão adormecida que se quer me lembro de vê-lo partindo. Me levantei após um tempo pensando e quando olhei para o relogio percebi que não dava mais tempo para eu ir à escola, fui até o banheiro e tirei minha roupa jogando-a sobre o chão e entrei no chuveiro para tomar um banho relaxante. Fiquei brincando com a água enquanto relembrava os acontecimentos da noite anterior – querendo ou não eles rondavam a minha cabeça – e após um tempo saí e me vesti enquanto escutava uma rádio que eu nem se quer sabia que existia. Desci e a casa estava vazia, chamei pela minha mãe e pelo meu pai e  nada deles. Pra onde será que eles haviam ido? Só sei que juntos eles não estavam. Tomei o café da manhã sozinha mesmo e depois fiquei na sala mexendo no meu note enquanto comia salgadinho e tomava coca-cola, ouvi meu celular tocar e fui procurá-lo, encontrei-o em cima da mesa da cozinha e atendi-o.

(LigaçãoON)
Eu: Alô – falei e depois voltei pra sala.
Justin: Oi bebê – sussurrou ele e sua voz parecia de alivio.
Eu: Oi amor – murmurei.
Justin: Tá melhor? –
Eu: Bem melhor, não precisa se preocupar – falei seguidamente respirando fundo.
Justin: Não me pedi pra não me preocupar (SeuNome) – murmurou ele tenso.
Eu: Desculpa – sussurrei.
Justin: Estou saindo do treino agora, passo na sua casa daqui a pouco.
Eu: Tá bom.
Justin: Eu te amo bebê.
Eu: Eu te amo também Jay – sussurrei e nos despedimos antes dele desligar.
(LigaçãoOFF)

Voltei a mexer no meu note, vendo meus emails e conversando com umas amigas, principalmente com a Ashy pegando as lições que eu precisava fazer, lições que eu perdi hoje por conta da minha falta à aula. Não demorou muito pro Justin chegar e antes de ir abrir a porta pra ele eu guardei meu computor e deu uma arrumada no cabelo e na roupa.
Eu: Oi bê – falei assim que abri a porta e selei seus lábios aos meus.
Justin: Quer sair pra comer alguma coisa? – perguntou ele sorrindo e colocando uma mexa do meus cabelos atrás da minha orelha.
Eu: Pode ser – falei pegando a chave da porta e saindo com ele.
            Quando estavamos a caminho do carro dele vi o carro da minha mãe vindo e apenas apressei meus passou segurando a mão dele e entramos no carro, ele não demorou pra dar a partida. Eu não estava pronta pra conversar com ela, ainda estava magoada pelo acontecido – e talvez isso demorasse para passar – eu estava apenas evitando mais brigas.
Justin: Onde quer ir? – perguntou ele enquanto permanecia concentrado na estrada.
Eu: Você quem manda parceiro – falei sorrindo e ele sorriu de lado.
            Enquanto ele ia para um lugar que eu não conhecia, ficavamos cantando umas músicas que estavam passando na rádio. Chegamos até o local e percebi que estava na Subway, mas aquela era bem mais distante do que a tinha perto da minha casa. Descemos e assim que entramos já fomos bem recebidos, nos atenderam e nossos pedidos não demoraram pra chegar. Fiquei meio tensa com a garçonete que veio nos atender, ela ficou meio que se jogando pra cima do Justin e confesso que fiquei um pouco irritada – muito irritada – com o sinismo dela de não perceber que eu sou a namorada dele e que ele é só “meu”. Quando enfim saimos me senti bem melhor e durante a volta pra casa ficamos mais em silêncio.
Justin: Aconteceu alguma coisa? – perguntou ele me olhando, um olhar confuso.
Eu: Não, por que? – respondi e perguntei atropelando as palavras.
Justin: Por nada – murmurou ele e o caminho continuou silencioso.
Eu: Justin aquela música de ontem... – falei quebrando o silencio e depois respirei fundo.
Justin: Down to earth? – perguntou ele e eu confirmei com a cabeça.
Eu: Você quem campôs? – perguntei e ele sorriu de lado e pensou um pouco antes de me responder.
Justin: Sim, foi um pouco depois da separação dos meus pais – respondeu ele e eu sorri de lado.
Eu: É uma ótima música, se canta e compõe tão bem, por que não repensar sobre sua carreira de músico? – perguntei sem jeito e ele sorriu.
Justin: Eu prefiro basquete – rebateu ele sem pensar muito.
Eu: Você não precisa parar com o basquete, só tem que dar espaço pro seu outro talento – comentei.
Justin: Tá falando sério? – perguntou ele confuso.
Eu: Só acho que está disperdiçando tempo e talento – sibilei e ele sorriu.
Justin: Vou pensar nisso parceira – comentou ele e eu apenas sorri.
            Assim que chegamos na frente de casa eu pedi para que ele entrasse comigo, não queria ter que conversar com a minha mãe e meu pai sobre o acontecido e eles não iriam conversar com o Justin lá. Fomos para cozinha e ficamos lá enquanto ele me ajudava a fazer os deveres de casa para amanhã, amanhã eu precisaria ir à escola. Foi ficando tarde e ele precisava ir embora, não teria como eu segurá-lo ali pelo resto da minha vida, ou muito menos, ficar fugindo dessa conversa com a minha mãe. Assim que me despedi dele e voltei para casa minha mãe me chamou até a cozinha onde nos sentamos e ficamos uma olhando para outra sem ao menos dizer nada.
Eu: Então...? – murmurei encorajando-a  começar a falar.
Mãe: Sobre ontem filha, foi só mais uma das brigas com que você não precisa se preocupar, filha você não pode ficar com raiva de mim e do seu pai por sermos adultos e sempre estarmos brigando por motivos que apenas nós podemos entender – começou a explicar ela e eu confesso que não estava nem um pouco interessada em escutar nada daquilo – Você não tem que me chamar de mentirosa, ou me impor a prometer pra você que não haverá mais brigas quando você mesma sabe que haverá sempre brigas entre eu e seu pai, somos separados, temos uma filha, uma filha cujo ele quer tirar de mim e não, eu não vou deixar seu pai tirar você de mim – falou ela e seus olhos se encheram de lágrimas.
Eu: Por que vocês não param de agir como se eu fosse aquela garotinha de 5 anos? – perguntei e ela apenas respirou fundo – Eu já tenho idade o suficiente para entender as coisas mãe, eu consigo entender que você  e o papai são dois adultos que não sabem conversar sem brigas, que não sabem agir como responsáveis. Como querem cuidar de mim se não conseguem nem ao menos cuidar de vocês mesmos? – perguntei e logo vi as lágrimas escorrerem por seu rosto.
Mãe: Eu cuidei de você sozinha durante todos esses anos – murmurou ela e mesmo eu querendo apenas abraçá-la eu me mantive forte no mesmo lugar, segurando o choro, ignorando a dor.
Eu: Mãe eu sei que a senhora sempre cuidou de mim, mas a senhora nunca se perguntou se eu já precisei do meu pai um dia? A senhora nunca teve vontade de me perguntar o que eu achava de tudo isso? O que eu sentia a respeito disso? – falei e ela olhava me meus olhos enquanto a dor se transmitia com clareza sobre os dela – A senhora nunca pediu minha opinião, nunca chegou e me perguntou se eu queria passar uns tempos com meu pai, se eu queria ligar e falar com ele. Durante anos eu tive que apenas ficar longe dele, era como se ele fosse o vilão de tudo, mas acontece que como a senhora mesmo disse a separação de vocês foi uma decisão de vocês dois, não foi nossa. Não foi da nossa familia, favoreceu a vocês e não a mim. Vocês podem estar felizes com isso, mas já se perguntaram se eu estou feliz? – falei e não pude mais conter as lágrimas – Qual é a felicidade que conta aqui? Vocês não veêm que ficarem brigando só me machucam mais? Se vocês não quiserem mais voltarem a ser casados, tudo bem, eu vou respeitar a decisão de vocês, mas por favor, pelo amor Deus parem de me machucar com essas brigas, parem de me torturar, já me torturaram demais a senhora não acha? – conclui passando a mão sobre meus olhos freneticamente enchugando as lágrimas que caiam.
Mãe: Me desculpa – sussurrou ela levantando-se e vindo em minha direção me confortando com um abraço, o que me fez chorar ainda mais – Eu não sabia que se sentia dessa maneira – sussurrou ela mexendo em meus cabelos enquanto eu já me encontrava soluçando de tanto chorar, a dor era imensa, a agonia era gritante e eu apenas queria que aquilo tudo acabasse.
Eu: Você nunca me deu chance de te dizer como eu me sentia sobre isso – falei com muito esforço.
Mãe: Me desculpe, eu sinto muito querida – falou ela depositando um beijo em minha testa enquanto assim como eu chorava.
            Ficamos abraçadas conversando atrás de sussurros durante um longo tempo e depois ela me levou até o meu quarto e ficou deitada comigo me fazendo cafuné.
Eu: Desculpa por ter chamado a senhora de mentirosa – sussurrei respirando fundo.
Mãe: Tudo bem, já passou – murmurou ela depositando um beijo no alto da minha cabeça – Me desculpa por nunca ter perguntado como você se sentia por conta da separação.
Eu: Sem problema – murmurei.
            Ela ficou ali comigo durante algum tempo e depois saiu indo pro seu quarto, fiquei me concentrando com os olhos fechados tentando dormir, mas não consegui. Peguei meu notebook e fiquei mexendo nele durante um longo tempo, perdi a noção da hora e quando percebi vi que teria poucas horas de sono. Me deitei e dessa vez não demorei para dormi.

(...)

            Por incrivel que pareça ainda consegui dormir ao menos um pouco, me levantei sem demora quando meu despertador tocou e fui direto pro banheiro fazer minha higiene matinal e depois me vesti e desci para tomar o café da manhã. Depois que terminei subi para escovar meus dentes e desci me encontrando com o meu pai que me levaria pra escola hoje com o carro da mamãe, eles já estavam se falando numa boa, o que me deixou mais tranquilizada. Ele iria embora daqui a dois dias e eu não queria que fosse assim, mas teria que aceitar como prometido. Quando cheguei na frente da escola, antes de descer do carro abracei ele e disse que o amava, depois desci e fui em direção as meninas que sorriram ao me ver.
Bree: Oi (SeuNome) – falou ela me abrançando.
Serine: Soubemos o que aconteceu com você – comentou ela.
Blear: Sentimos muito –
Britney: Posso ver que você está bem melhor – falou ela com um sorriso contagiante.
Eu: Estou melhor sim, obrigado pela preocupação – falei sorrindo.
            Ficamos conversando durante mais um tempo e depois tivemos que entrar, o sinal havia batido. Fui até o meu armário guardar alguns livros e pegar outros, hoje teria uma prova de química.
Justin: Oi bebê – falou ele me dando um susto assim que eu fechei o armário – Desculpa pelo susto.
Eu: Sem problema – falei e depois respirei fundo.
Justin: Como foi a conversa com a sua mãe? – perguntou ele entrelaçando seus dedos aos meus e me puxando para andar até a sala.
Eu: Foi estranha, mas acabou tudo bem – respondi aliviada.
Justin: Que  bom – comentou ele e depois selou meus lábios aos seus.
            Entramos na sala e eu fui me sentar no lugar de sempre ao lado da Ashy, em alguns momentos chegavam alguns bilhetes de flertes do Justin até minha mesa e eu apenas sorria enquanto ele como sempre mantinha aquele sorriso ousado em seu rosto fazendo minhas bochechas corarem. As aulas não demoraram para passar e a prova estava fácil, não tão fácil, mas se manteve em base do que estavamos estudando. Não haveria treino das lideres e o Justin também não teria treino, então passaríamos a tarde juntos.
Justin: O que quer fazer? – perguntou ele enquanto iamos de mãos dadas até o carro, como sempre atraiando olhares desagradaveis.
Eu: Cinema? – perguntei e ele confirmou.
            Ele me deixou em casa e depois foi até a casa dele, passaria em casa para me buscar às 15:00. Almoçei com meus pais e lhes contei como foi o meu dia, depois subi e arrumei minha roupa para o evento e depois fiquei arrumando meu quarto. Chegou a hora do meu banho e eu fui correndo pro banheiro, íamos assistir Os Vingadores e eu estava super ansiosa, fazia tempos que queria ver esse filme. Terminei meu banho e me arrumei, arrumei meu cabelo e coloquei minha sapatilha e depois fiquei apenas esperando ele chegar. 15:00 em ponto e a campainha tocou.
            - Eu atendo – gritei e desci as escadas correndo.
            Dei uma ultima arrumada na minha roupa e depois abri a porta.
Justin: Wow, tá linda amor, como sempre – falou ele me tirando um sorriso e depois me beijou.
Eu: Obrigado bebê, você está lindo também, como sempre é claro – comentei e ele sorriu.
            Fomos conversando até o carro dele e fomos surpreendidos antes de entrarmos.
Den: Oi (SeuNome) – murmurou ele com uma certa distancia.
Eu: Oi Deny – comprimentei-o sorrindo.
Den: Posso falar com você depois? – perguntou ele e eu pude ver que o Justin não gostou nada daquilo.
Eu: Pode ser – concordei e olhei pro Justin que sorriu forçado.
Justin: Vamos – sussurrou ele puxando minha mão.
Den: Então... Até depois – falou ele acenando.
Eu: Er... Até depois – falei e depois voltei a andar junto com o Justin.
            Entramos no carro e ele logo deu inicio a partida e o silêncio tomou conta. Fiquei brincando com o celular e mexendo no twitter ignorando a mudança de humor dele até onde pude.
Eu: Se não quiser eu não falo com o Den – falou enquanto olhava pela janela.
Justin: A questão não é essa, a questão é, por que ele tem que falar isso na minha frente? – falou ele e depois respirou fundo – Ele adora uma provocação, depois não me culpe.
Eu: Também não precisa ficar assim Justin, deve ser bobeira – comentei – E sabe por que ele fica te provocando!? Porque ele sabe que você sempre cai na dele.
            Fomos até o cinema em silêncio, chegamos lá e ele ficou na fila da pipoca enquanto eu fui comprar os ingressas. Entramos na sala que já estava escura e o filme estava quase começando, havia demorado pra comprar a pipoca e o chocolate, entramos e sentamos distante das pessoas. O filme era bem legal, havia várias partes engraçadas que nos fizeram sorrir e após um tempo o Justin já estava mais tranquilo e ficavamos comentando algumas partes.
Eu: Ai Capitão America – pensei alto seguido de um suspiro e quando olhei pro Justin ele estava me olhando com uma sobrancelha erguida – O que foi? – perguntei me fazendo de desentendida.
Justin: O que esse cara tem? – perguntou ele revirando os olhos.
Eu: Quer mesmo que eu diga? – rebati outra pergunta e ele me fuzilou com os olhos.
Justin: Quer falar sobre a Megan Fox? – perguntou ele com um sorriso perverso.
Eu: Você nunca vai pegar ela – comentei sorrindo e ele sorriu pelo nariz.
Justin: E você nunca vai pegar o Steve Rongers – rebateu ele provocando.
Eu: Quem sabe eu não pego ele e toco em seus musculos grandes... – começei a provocar e ele me fuzilou novamente.
Justin: É e quem sabe eu não pegue a Megan e toco na... – interrompi-o antes.
Eu: Já chega de sonhar né – sibilei e depois me virei para voltar a assistir o filme.
Justin: Ficou com raiva bebê? – perguntou ele ainda provocante.
Eu: Me erra Justin, fica sonhando com a Megan Fox aí e aproveita e chama ela pra ir pro cinema com você – falei fazendo birra e me sentei em outra paltrona.
Justin: Ah então quer dizer que você pode falar do Capitão America e eu não posso falar da Megan? – perguntou ele se sentando perto de mim novamente.
Eu: Mas eu não ia dizer que toco, você sabe onde nele – comentei semi-cerrando meus olhos.
Justin: Eu também não ia dizer isso boba, eu estava só te provocando – falou ele tocando meu rosto e eu virei-o – Prefiro mil vezes você do que a Megan Fox – falou ele com um sorriso safado.
Eu: Ah claro – falei fazendo biquinho e ele selou seus lábios aos meus levando sua mão até minha cintura e pedindo passagem com a sua lingua.
            Durante aquele momento o barulho da sala apenas desapareceu, era mágico como os lábios dele nos meus me causavam sensações inexplicáveis, desconhecidas pela ciência humana talvez. Quando ele me tocava era como se tudo ao redor apenas parasse, se os sons se cessassem, era como se não existisse mais nada ao nosso redor. Era uma espécie de nirvana e eu se quer conseguia pensar em nada mais, apenas em aproveitar cada segundo e cada perda de folego que pudesse ter durante toda a nossa vida juntos. Encerramos o beijo por conta da falta de ar e um sorriso bobo apareceu em nossos lábios enquanto olhávamos fundo um nos olhos do outro, era como se estivessemos apenas nós dois ali. Após um tempo voltamos a assistir o filme, cujo perdemos quase que a metade. Quando acabou saímos do cinema de mãos dadas e fomos dar uma volta em um parque ali próximo, tomamos sorvete e ficamos conversando e brincando com as nossas mãos durante o tempo todo. Foi ficando tarde e precisavamos ir embora, aliás, teríamos aula amanhã e como eu não havia tido uma longa noite de sono estava me sentindo exausta.

(...)

Justin: Nos vemos amanhã na escola bebê – sussurrou ele selando nossos lábios, o beijo foi breve.
Eu: Até amanhã – sussurrei de volta sorrindo e depois de um tempo conversando e trocando carinhos eu saí do carro e o Justin ficou olhando até eu chegar perto da porta.
            Acenei pra ele que ligou o carro e iniciou a partida e logo em seguida entrei e me deparei com meu pai e minha mãe assistindo tv.
Eu: Oi familia – falei indo até a sala e me jogando no sofá entre eles.
Pai: Quanta felicidade hein – comentou ele e minha mãe sorriu.
Mãe: Como foi o filme? – perguntou ela mexendo no meu cabelo.
Eu: Perfeito, mãe já viu o ator que faz o capitão america? – perguntei e meu pai bufou.
            O que esses caras tem contra o Steve Rogers?
Mãe: Já sim – respondeu ela sorrindo – Lindo ele.
Eu: Muito lindo – comentei sorrindo.
Pai: O que o Justin acha disso? – perguntou ele estragando o momento.
Eu: Enquanto eu sonho com o Steve Rogers ele sonha com a Megan Fox – comentei e minha mãe gargalhou.
Mãe: Adolescentes – sibilou ela.
Pai: Que relacionamento hein –
Eu: Fica tranquilo pai, eu prefiro meu namorado mesmo – comentei e pisquei pra ele que sorriu – O papo tá bom, mas eu preciso ir dormir – falei depositando um beijo na bochecha da minha mãe e depois na do meu pai.
            - Boa noite filha – os dois falaram juntos.
Eu: Boa noite familia – falei mandando beijo pra eles e subindo até meu quarto.
            Entrei e fui logo pro banheiro tomar outro banho, não demorei muito e quando sai coloquei meu pijama e depois me joguei na cama e não demorou muito para que eu dormisse, eu realmente estava exausta.
(...)
2 dias depois...

Ei sonhadoras linda da Bia, me desculpem pela demora amores, mas eu tava toda apertada aqui e sabe né, tava sem tempo algum para postar ;x Como eu fui uma má aluna no primeiro bimestre e faltei muito na escola, estou cheia de trabalho pra compensação de ausências e acho que vou ficar atrasando as postagens, mas prometo que quando tiver tempo faço posts bigs igual esse :) Me desculpem mesmo pela demora minhas baibes, mas a escola está me deixando sem saída alguma --' E também tenho um comunicado pra vocês, já que eu to nos 15 comentários a tanto tempo e normalmente passa disso eu pensei e uma amiga minha também recomendou então agora eu vou pedir 20 comentários em todas as postagens e aí quando eu ver que dá pra aumentar vou aumentando ok? Espero que entendam, porque comentários são muito importante pra mim - como eu sempre digo é a única coisa que eu ganho em troca pelo o que eu faço - e se não for assim, algumas leitoras relaxam e deixam de comentar :/ Então amores, não vou postar enquanto não tiver o número de comentários pedidos, então nem adianta cobrar de mim sendo que eu estou tentando cobrar de vocês faz tempo e as vezes me parece não está dando certo. Comentários repetidos, da mesma pessoa não será contado, então nem adianta fazer isso u.ú Estou sendo malvada pro bem do nosso blog amores, vamos ter que levantar isso aqui, eu sei que tem mais de 18 pessoas lendo a história :'( Espero que entendam mesmo, de coração e eu amei os comentários das outras postagens, obrigado mesmo por cada palavra, por tudo mesmo, isso conta muito pra tudo isso :') Não dá pra responder os comentários, porque esse desing novo não me permite --' E é isso aí amores, espero recompensar a demora e receber muitos comentários pra poder estar postando em breve :) Amo vocês s2

Bruna Meu anjo seja SUPER BEM-VINDA hein, nossa, muito obrigada mesmo minha linda, que comentário mais perfeito o seu *o* Amor o desing não sou eu que faço :x Na verdade eu procuro e acho desings em alguns sites legais e tals, mas vou te contar que quebro a cabeça pra conseguir por ele ._. Olha eu conheço um site pra desings de blogs e tipo é muito bom mesmo, eu ganhei um desing lá e logo, logo ele vai estar aqui no blog. Você tem que entrar no > Beautiful Desings < e aí você vai na c-box desse blog e pergunta pra Poly que é a dona como você faz pra encomendar e tals e diz que é a primeira vez que você está fazendo uma encomenda, aí ela vai te explicar direitinho e aí você pode encomendar desings perfeitos e de graça do artista que você quiser :) #SuperRecomendo 


20 comentários... 

domingo, 13 de maio de 2012

Dreams - Part. 77

Postado por @slaysdrauhl às 18:42 19 comentários
A coisa mais fofa do mundo o Justin cantoralando pra mim com sua voz de anjo enquanto seus olhos castanhos claro vinha de encontro aos meus, assim que chegamos perto da porta da minha casa ouvi minha mãe gritando e olhei pro Justin confusa. Abri a porta as pressas e vi a única coisa que não queria ver, não mais...

            Quando entrei e vi a cena que mais me machucava, que me machucou durante anos da minha vida senti meu corpo bloquiar e se quer eu conseguia pensar em me mexer ou dizer alguma coisa. Eles gritavam um na cara do outro e falavam coisas que mechucavam talvez mais a mim do que a eles mesmos, enquanto eu apenas respirava fundo e repitia para mim mesma em pensamento.
“Acorda, acorda. Isso é só mais um pesadelo.”
            Ouvi o Justin me chamar, mas não consegui me mover, ele chamou mais vezes e logo a voz dele foi ficando como som de fundo até sumir por completo. Eu não ouvia absolutamente mais nada, apenas via eles se moverem e a boca se movendo enquanto a agressão verbal saia pela boca das pessoas mais importantes da minha vida. Enfim consegui me mexer e bati a porta com tudo chamando assim a atenção deles que me olharam, aquele olhar arrependido que se quer me comoveu, não daquela vez.
Mãe: (SeuNome) – falou ela estendendo a mão tentando me tocar e eu apenas recuei.
Eu: Você prometeu – sussurrei enquanto dava passos para trás – Você prometeu, você prometeu, você prometeu...
            Fiquei repetindo isso em sussurros enquanto meus olhos se enchiam de lágrimas e eu tentava contelas o suficiente para não chorar, não na frente deles.
Mãe: Filha – murmurou ela tentando chegar perto de mim novamente.
Eu: Mentirosa – sussurrei e depois fui correndo pra escada entrando no meu quarto e trancando a porta.
            Me joguei na cama e apenas chorei, me lembrei de quando criança que eu tive que ver eles se separarem e apenas ficar na minha, sem dar minha opinião, sem poder dizer se quer com quem eu queria ficar. Sendo obrigada a fazer as vontades do tribunal, sendo obrigada a passar menos tempo com um e mais com outro, aprender a vê-los longe um do outro, sem aquele carisma todo e carinho que eu recibia de ambos, sem sentir o que é ter pais juntos. Eu queria que eles parassem de brigar, que talvez podessem repensar na decisão, mas não eles eram cabeça dura demais pra voltarem a estar juntos. As cenas boas e ruins passavam em minha cabeça como se eu estivesse vendo um filme do meu passado e aquilo só me fazia chorar ainda mais, me lembrei de quando eles me levavam pra escola, pro trabalho, quando jantavamos fora, quando íamos pra casa da vovó nos dias de domingo e as lágrimas saiam instantaneamente enquanto soluços escapavam de minha garganta. Eu os amava, amava meus pais mais que tudo e queria que tudo fosse como antes, era o meu maior sonho, era tudo o que eu mais queria e vê-los brigando me fez ver que nem tudo na vida é um completo sonho, que nem tudo saí como queremos mesmo quando temos mente o suficiente pra fazer nossas proprias escolhas. Ouvi baterem na porta, mas eu não conseguia se quer me mover para abrir.
Justin: Me deixa entrar por favor – falou ele batendo na porta e girando a massaneta tentando abri-la.
            Me levantei após um tempo e abri-a seguidamente ganhando um abraço que só me fez chorar ainda mais.
Justin: Eu sinto muito – sussurrava ele me apertando ainda mais em seu braço – Não vou pedir para parar de chorar, porque você precisa disso, então apenas desabafe da maneira que quiser – sussurrou ele depositando um beijo no alto da minha cabeça.
            Ficamos assim durante um tempo e depois ele me levou até minha cama e deitou-me em cima do seu peito, eu já estava mais calma, mas ainda escorria algumas lágrimas pelos cantos dos meus olhos. Após um tempo ouvi-o começar a cantarolar enquanto mexia em meus cabelos.

I never thought that it'd be easy,
Cause we're both so distant now,
And the walls are closing in on us and we're
wondering how,
No one has a solid answer,
But we're just walking in the dark,
And you can see the look on my face, it just tears me
apart.
So we fight, (so we fight)
Through the hurt, (through the hurt)
And we cry and cry and cry and cry,
And we live, (and we live)
And we learn, (and we learn)
And we try and try and try and try!

Enquanto o ouvia cantar eu apenas sentia vontade de chorar novamente, sua voz calma enquanto ele cantava suavemente proximo ao meu ouvindo.

So it's up to you,
And it's up to me,
But we'll meet in the middle, on our way back
  down to earth,
Down to earth
Down to earth
On our way back down to earth,
Back down to earth

            Não pude mais conter minhas lágrimas, a letra era completamente perfeita e parecia descrever a vida dele. As coisas que ele deve ter passado em seu passado e pensar que um dia se quer ele sofreu tanto assim como eu estou sofrendo agora me fez querer chorar mais e mais. Enquanto eu chorava baixinho ele apenas cantava e se quer se interrompia e quando eu soluçava ele apenas me apertava mais contra seu peito.

Momma, you were always somewhere,
And Daddy, I live out of town,
So tell me how could I ever be, normal somehow?
You tell me this is for the best,
So tell me why am I in tears?
Whoa, so far away and now I just need you here,

So we fight, (so we fight)
Through the hurt, (through the hurt)
And we cry and cry and cry and cry,
And we live, (and we live)
And we learn, (and we learn)
And we try and try and try and try!

So it's up to you,
And it's up to me,
But we'll meet in the middle, on our way back
 down to earth,
Down to earth
Down to eath.
On our way back down to earth, (on our way back down to earth)
Back down to earth (x8)

            Percebi  que aquela música apenas se tratava da separação dos pais dele e me lembrei que ele já passou por tudo o que eu já passei mais não quero aceitar, percebi que também era dificil pra ele assim como é dificil para mim ver meus pais separados, mas que ele havia aceitado a escolha deles mesmo assim.

I felt so far away,
From where we used to be,
And now we're standing,
And where do we go,
When there's no road,
To get to your heart,
Let's start over again!

So it's up to you,
And it's up to me,
But we'll meet in the middle, on our way back
 
down to earth, Down to earth, (down to earth) Down to earth, on our way back down to earth,

I never thought that it'd be easy,
Cause we're both so distant now,
And the walls are closing in on us and we're
 
wondering how?
 

            Quando ele parou de cantar respirou fundo enquanto eu apenas chorava, chorava por vários motivos. Querendo ou não aquela música apenas me fez lembrar de tudo o que aconteceu, de tudo o que eu passei, de tudo o que ele também passou. Não dava para controlar, não dava para se quer pensar em parar. Eu apenas via um flashback passando diante dos meus olhos, cada momento, cada sorriso e cada dor que meus pais e eu sentimos durante aquele momento ruim. Eu tinha que ver minha mãe chorar, tinha que ver meu pai chegando em casa bebado e arrumando brigas, tive que ficar longe deles pro meu próprio bem. Tive que mudar minha vida por completo, que aceitar a minha “nova” realidade que nunca entrou em minha mente, era algo fora de cogitação uma decisão que eu não pude partilhar, algo que eu não queria que acontece e mesmo assim acoteceu. Eu pensava e pensava e se quer conseguia ouvir algum tipo de barulho, nem meus soluços e nem as batidas do meu próprio coração. Eu estava imersa em um mundo de dor, torturando a mim mesma lembrando o passado, onde aquilo tudo iria me levar!? O que eu poderia mudar!? Tudo estava sobre meus olhos o tempo todo e eu nunca se quer percebi. A família que eu tinha antes ficou para trás, agora eu precisava viver o presente, o presente que eu não queria que existisse, mas que existia e eu precisava aceitá-lo e conviver com isso. Não percebi quando adormeci, eu apenas fui me acalmando até que permanecer sobre sono profundo, no único lugar onde consegui tranquilizar meu coração e meus pensamentos, onde se quer eu conseguia pensar em nada de ruim, apenas aproveitar o momento de descanço. 


 Eu sei que demorei demais dessa vez :x Eu estive doente, cheia de problemas na vida e minha mãe me deixou de castigo durante um tempo por conta de uma briga que eu tive com meu irmão mais velho. Então amores se quer eu tive tempo pra pensar em criar a fic, não tive tempo e nem cabeça já que tinha um monte de coisa e minha mente se quer conseguia processar alguma coisa. E pra não fazer qualquer coisa eu decidi esperar as coisas se acalmarem mais pra eu voltar a escrever, me desculpem mesmo pela demora e agora que eu estou bem melhor vou tentar recompensar essa demora toda. Espero que gostem dessa capitulo e comentem bastante e que vocês não me abandonem nunca, nunca mesmo, porque eu preciso muito de vocês :/ Aqui é o único lugar onde eu me sinto querida, fico sorrindo boba com os comentários e me deixa tão feliz saber que vocês gostam do que eu faço :') Então por favor minhas sonhadoras, jamais me abandonem, vocês são muito importantes pra mim, muito mesmo. Amo vocês demais, vocês fazem parte de tudo isso e até da minha vida já. Obrigado por tudo mesmo e até a próxima postagem ! 

Stories Beliebers ∞   Aiin seja bem vinda sonhadora *-* Nus muito obrigada mesmo hein, clinda você *o* Vou dar uma lida na sua ib assim q tiver um tempo amor, aí te digo o que eu achei :) Muito obrigada s2'

Vitoria  Seja bem vinda minha linda! Aiin clinda tu véi, na boa amei teu comentário demais. Perfeita é tu mesmo e muito obrigada por tudo mesmo. Espero que esteja aqui sempre colorindo o blog sonhadora s2'

Lubs Bem vinda amoore, desculpa a demora pelas boas-vindas é que eu esqueci e tals :x Cheia de coisa na cabeça também, mas mesmo assim muito obrigada mesmo pelo comentário lindo :) Obrigada sonhadora s2'

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